segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Oi 2012!


Nesse reveillon não tive nada de diferente como vocês, não passei numa praia, não fiquei bebendo com os amigos, não comi que nem um esfomeado e não fiquei sonhando ou idealizando o "tudo de bom" para esse novo ano.

Acho que perdi a magia disso tudo quando vi que a meia noite do dia 21 de dezembro para dia 22 eu não tive um bolo. Sempre me achei velho e muito maduro para tudo e a prova que estou certo disso me veio por eu não ter um bolo de aniversário, a magia dos seus melhores cantando o "parabéns para você" foi... abduzida.


É.... preciso mesmo me afogar nos filmes da Disney ou gritar pelo um amor na rua, para ver se algo toma conta de mim, porque estou me cansando de tentar tomar conta de algo. Nesse ano vou estar mais com os olhos fechados e vou apurar mais o tato, caso meu corpo responder com o arrepio não abrirei mais os olhos.


Enganam-se em pensar que o meu reveillon foi triste, eu passei em família, ao lado dos meus pais com muita saúde, brindando a paz em ver os sorrisos deles me contemplando desde da minha criação sempre o melhor, desejando e fazendo eu crescer e a conquistar todos os meus sonhos e desejos.
Parece magia esse último paragrafo e é, ter a minha família por apenas é um reconforto, não sei se terei o apoio em tudo que farei e direi, mas eu sei que o amor deles não é incerto.


Vou para cama agora, sonhar, e amanhã vou viver realizando os sonhos de hoje, de antes de ontem, do amanhã e todo o ano que esta por vir.



Ouvindo na casa do Vitu:



segunda-feira, 6 de junho de 2011

Três


O fim não é fácil como é fácil escrever essas três letras, dizer que acabou não se dá por uma discussão ou da noite para o dia.
O fim é o mais demorado de vários relacionamentos que sejam verdadeiros, leva tempo para você se acostumar que aquela pessoa não esta mais com ti, o fim se dará quando o sofrimento de fatos virão fragmentados e quando você acha que é o último bloco, não, estarão mais e mais para vir, de tantas ferruadas uma hora se sentirá anestesiado e não fará mais importância se já acabou. Se acabou a importância ao próximo é porque chegou-se ao fim.

Viver, saber e sentir que é somente você, é triste, mas torna-te mais forte.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Memória presente


Desde da época que criei esse blog estou para postar as memórias da casa de minha avó, dizer de suas estruturas, simplicidade e riqueza que é o viver por lá, mas de tão pouco que lembro por eu ter 4 anos que preferi nada postar, pois bem, nesse último final de semana revi a casa que ela morava, não mudou muita coisa, as pessoas continuavam únicas e a natureza agora mais verde 


Vou contar o quão foram esses dois dias:

Logo quando cheguei vi a felicidade estampada em minha avó e ela já foi abrindo os braços para selar o nosso abraço, depois ficou com o olhar penetrante e tão ávido quanto ninguém que não consegui comparar. Avôzinho quando me viu só me disse - "Grande! Que rapaz grande!" -  com um sorrisão de espanto em ver a família na frente dele.

Ficamos até às 6H só conversando das felicidades, e tristezas que pouco mencionavamos por conta do momento de alegria.

No almoço avô olhava para gente e chorava sozinho calado, só em olhar o semblante já comovia à todos, eu fiquei de canto também calado pensando no porquê ele estava tão quieto e chorando, vezes tentava dizer-lhe algo engraçado ao lado de seu ouvido por conta de ter a audição prejudicada, e o resultado era imediato com um sorriso feito criança.

- Ah, como a felicidade é fácil ao lado deles - 

Avó noutro dia corria para lá e para cá, levando avô no portão para ver o povo, preparando o almoço, liberando água da caixa para casa, dando banho no avô, colocando ele para dormir, dando benção às crianças que pediam por todo o dia, chamando gente para ver a filha de São Paulo, contando das boas para o povo da cidade. Ela para mim é o maior e melhor exemplo de amor, vontade que eu tenho de colocá-la no colo e cuidar.

Na hora de ir embora eu fui o último a ser abraçado por ela, logo quando vimos o sorriso e a dor de despedida não aguentamos e ficamos um bom tempo abraçados.

De volta para casa ria com dor, ria por passar um final de semana que esperei 20 anos por ele e a dor por ter que despedir dessa felicidade.

Tenho tanto mais para contar procês, mas não consigo colocar tanta vida num texto.

quarta-feira, 9 de março de 2011

(      )


O meu erro é saber o que esta acontecendo, para controlar tudo o que esta ao meu redor. Eu tanto me indago e ao próximo que não sei ao certo a que momento estou vivendo, acho que tive uma pessoa apenas que não precisei indagar e via que estava tudo bem, mas triste engano.

A experiência de não ter dado certo não quer dizer que vou levar como regra geral, acredito que a regra se arruinará quando alguém impor as regras fazendo as nexo comigo.

A minha carência também é um grande erro, fazendo com que pareça que estou apaixonados por todos, sendo que só quero mesmo um ombro amigo ou a sinceridade de umas boas palavras de reconforto para uma paz espiritual.

Agora meus amigos falam "curta o momento!".

Até posso "curtir", mas sem saber com quem realmente estou, sem saber a sua história e seus motivos nunca vou curtir por inteiro, vou não ser eu. Vão ser só mordidas saciáveis para o momento. 

domingo, 6 de fevereiro de 2011


@CamilaMidory:


É com você que eu pendo a minha cabeça sem medo. É só com você que a gente sabe a hora de dar aquele nosso abraço em que parece que os problemas somem o corpo enche mais de esperança, coragem e paz. Com você que eu me acho o paizão e ao mesmo tempo a sua criança. Você quem eu trato como a irmã que eu nunca tive, que tenho sempre o medo de perder, não porque me da algum motivo, mas pelo fato de tê-la. Você quem eu vejo ao meu lado não importando a distância que nós estivermos. Por você que eu infelizmente tive medo de dizer "te amo" e que um dia me ensinou como dize-lo da forma mais simples e verdadeira a alguém.

Eu te amo

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Ali à esquerda




- Onde você esta?
- Estou chegando


Cheguei, pairei numa espécie de banco e fiquei à espera de todos os vagões, observando por onde explodiria junto com a minha jugular que movimentava a minha cabeça a todo instante. Ansiosidade.

[...] (no celular:

- Oi, cadê você?
- Estou aqui
- Onde?
- Em cima
- Estou indo
)




Ao subir, no chão já havia avistado, foi quando fingi "perfeitamente" que estava desorientado, mas cara de "achou" quebrou o meu fingimento.
Rimos. Escapou um pouco do muito que tinha, escapou com o coração dilacerante à espera da próxima palavra, a próxima ação. Quem? Eu? Não? Por que? Quando?
Perguntas de todo o tipo sopravam.

- Oi?
- Sim
- Fala
- Tô falando

[...]

Achei o meu refúgio, observar mais os outros e menos a mim.

- Então, conte-me mais
- Sim

A sensação de "tudo bem" estava sendo postada e fomos nós dando conta que menos via o que acontecia e só você eu via. Abracei um pouco a esquerda e senti que foi como o meu travesseiro de toda a noite. Risos (quietação). Vamos andar, vamos sentar, vamos ali, não, vamos ali. Vamos!
Ali na frente!

[...]

Um começo, não apenas literal, algo que não sai da minha mente e do meu corpo, algo que senti a minha mão pesada por sentir o quão eu tinha. Assim, lentamente observando cada risca, cada movimento, olhar, luzes e líquido, o lento que incalculável no fim foi o mais rápido e o melhor que tive.


 Last Request by yasifaz

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Surpresa!





Boa ou ruim? Eu falei surpresa, depende do seu ponto de vista se é boa ou ruim, viva, tire as suas próprias conclusões do que verdadeiramente pode ser bom.
Foi assim que eu pedi para esse ano, entregando uma carta a minha melhor, pedindo o viver, pois estava pronto ao viver. Dezembro chegou, e lembrei os tópicos do que tinha desejado, grande parte aconteceu não foi bem um planejamento, mas acontecEU, tirei a minha carta de habilitação, estou na faculdade, consegui um emprego, comprei, fiz planos, namorei, conheci novas pessoas, novos lugares, estou menos tímido, briguei, chorei, amadureci, amEI, fiquei mais bobo, acreditei mais em mim, perdi e morri algumas vezes. Não estou realizado isso é bom, porque estou sempre à busca, por mais que canse dessa batalha.
Dezembro me freiou, deixando-me como estava antes de tudo isso, sendo mais observador e questionador da minha própria mente. Dezembro esta me dando um pouco mais de ar, mesmo sendo limitado. Agora vou fazer mais uma carta, confesso que estou com medo do que vou pedir, pois sei que se eu analisar as consequências não peço nada.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Bolinha de plástico



intacta. vezes alguém a pega tenta abrir, mas não consegue e joga de volta ao mar,  as ondas a levam longe e mais perto ela fica donde não pode ficar, a bolinha tenta muito fugir sem sucesso e acaba pensando em muito em se afundar antes de sua degradação natural, pois é preferível arriscar a ver o que ninguém ainda a contou, do que sujar um pouco de sua coloração aos poucos que a encostaram. O que ela esta menos suportando é adquirir tanto gás hélio e não voar, vejo que logo explodirá e torço que seja um barulho sem fim, um barulho para quem a depositou seja o mínimo de gás que ela teve que suportar.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Errado!



Não entendo a busca incessante de amar. Acho que as pessoas buscam de forma errada, não sei se é para mim ou à todos que se faz desse gênero, da forma sempre direta ou/e indireta, o problema é ficar persistindo no assunto, não é assim fácil que vem as emoções, não vou julgar por uma foto com um belo sorriso, ou um papo divertido. O descobrimento da emoção de ter uma pessoa ao lado é muito mais que isso. Será que as pessoas procuram mesmo o amor? Acho que quando essas obter, dessa maneira fácil, ele vai fácil. Saciem-se e procure da forma simples que este é. Não sei se faço certo, é muito provável que não, não tento muito. Mas sei que a conquista é que tem valer, conquista, conhece isso? Tente saber o seu significado e usá-la com poucos.

  Paramore - My Heart (acoustic) by WashH

quarta-feira, 3 de março de 2010

escutou?



Há quem ache que sou tudo e que sou nada, que sou o meio termo ou nem deste termo, as pessoas adoram rotular as outras, agora rotulem elas! É interessante como a vida se repercuti, é engraçado as pessoas tentando definir quem é você sendo que acredito que o ser não tem capacidade para definir o tal. É engraçado. Eu dou uma resposta inaudível, o silêncio, é isso que surpreende ou não, depende a quem. Eu posso ser o bobo se é isso que vê, eu posso ser o chato, o efusivo, o tudo e o nada, depende de você para que fique pensando nestas coisas. Eu sinceramente não fico tentanto me definir ou procurar quem sou, sei apenas o que não sou, acho que isso já é de uma grande valia. Posso agir de determinados personalidades o que não é precisamente somente a mim. É engraçado mais uma vez. Um amigo meu me disse algo muito simples e claro que é: "sou seguro de si as pessoas que por vezes me deixam inseguro." Apenas. (Há quem ache nexo, ou não. Ouça!)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

prudência? em partes!



Ela é tão simples apresentada a mim, mas ela ousa me forçar que é uma complexa, no fim eu sei que ela quer apenas algo diferente de tudo que lhe faça apenas o bem. Ela é mais uma, de um modo distinto procurando a sua felicidade. Em muitas vezes na sua perspectiva eu me perco, estou até tendo certeza que ela também esta se perdendo, é normal isso, mas com ela o normal esta se tornando cada vez mais diferente. Horas ela revoluciona e mostra o poder de mulher, ela se vira contra todos os seus males intentos e vai a caçada do bem, quando essa personalidade é manifestada eu até me assusto é forte e deixa todos com a boca cheia de palavras sem conseguir por à vista. Vezes ela se refugia em seus pensamentos para procurar a razão do que é aquilo ou disso, só que o seu ponto de transfusão é a emoção. Para que pensar do passado ou do futuro? Viva, do seu singelo momento, único. Enfim, descrevo o pouco de ti, pois não há de conseguir explicar toda sua complexidade singular, não é fácil, então vou fazer como você, satisfaçam-se muito do pouco que eu posso lhes dar.

Maria Rita - Mal Intento by WashH

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Interjeite



Tensidade, raiva, poder, vingança, ódio; Veias pulsantes desagradam aos meus olhos como fogo quando veêm o desamor da sociedade. Descrente todos, a importância de quem é o mendingo encostado numa árvore solidária. Alguém sabe a história dele? Não! Ninguém é merecedor de conhecer a alma do próximo sem conhecer a ti. Supérfluos sentimentos que percorrem por aí, um corre para não chatear o patrão, outra se exibe de saltos aos seguranças do seu estímulo, outro corre para pegar o ônibus, sendo que o ônibus deveria correr a ti! Cadê o amor? Cadê o próximo? São todos individualistas! Quem sou? merecedor do contrário, não, sou mais um querendo se desalinhar a isso. Vejam por favor a gratidão de anos de uma árvore a quem te abriga, veja a beleza que ainda se resta pelos pássaros, veja como é lindo o céu e a noite. Admira a vida seja complacente com todos os seus cinco sentidos pelo que se resta do bem natural. Por favor!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

alforria



Eu tive que pedir liberdade para amar um outro alguém, para amar-me. O remédio não fez mais efeito, o que poderia fazer comprar outro e me obstinar a isso? Não, eu felizmente não caí a isso, porque eu comecei a me observar e ver que isso me impedia de transpor a todos o que sou, isso não quer dizer que tenho a necessidade de ser transparente, só não estava sendo transparente a mim. Estava exatamente em um labirinto que não tem fim, paredes que exigia que caíssem mas, que nunca cairam, é triste é frustrante e ainda agora vejo que vocês viam eu tentando derrubar algo indestrutível, e eu persistente. Descrevo o triste porque estou feliz, não quero a minha vida ou esse texto com um não final feliz e para isso que vivemos. Agora estou resolvido ao viver!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Mergulhe no molhado!



Do caminho para ele não vi nada e foi nessa hora que eu tinha achado ele, o horizonte molhado. O meu prazer com o molhado, foi somente visionar as pinceladas, do mar, pinceladas estas bem singelas e direcionadas ao sul, a mim, a todos. Ansioso com o belo mergulhei, senti os fiapos do pincel se desfazendo; rasgando em meu rosto. Vendo aquela tinta derramando ando-ando é sublime, por dentro é forte, é tempestal. Foi bom sentir-se um cobaia do mar, levando você apenas.

Inútil Paisagem - Tom Jobim



Mas pra que?
Pra que tanto céu?
Pra que tanto mar? Pra que?
De que serve esta onda que quebra?
E o vento da tarde? De que serve a tarde?
Inútil paisagem
Pode ser que nao venhas mais;
Que nao venhas nunca mais...
De que servem as flores que nascem pelos caminhos?
Se meu caminho sozinho é nada...

sábado, 21 de novembro de 2009

Distorcimento



Vi aquele liquido movimentando-se no copo, 250, no movimento como o lagrimejar em prantos de um amor cortado; sobe via a imagem de minha boca num angulo que só remetia a mim, estremeceu-se o copo mais uma vez e a imagem distorcida remeteu o objetivismo do imperfeito. O copo de vinho foi o introspectivo de minha alma, não há espelho e nem ouvidos que possa entender o quão foi importante visionar aquele íntimo, que nem eu mesmo enxergava. Pedi a um amigo me dê um gole dessa ilusão, não dei valor ao gosto, fiquei apenas apurando num único gole a essência daquela arte. Bastei, senti o glorioso distorcimento do que é o amor cortado, caindo-se em vinho na garganta impetuoso, de uma forma que foi o explicável do inexplicável, pois bem é uma arte o vinho o amor.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dois. Três. Vários caminhos.



↓O que é isso? 



Como fazer isso?
Não se preocupe,
                                                   FAÇA!



Faça o hoje, suba,
                       caia, brinque, ouse,
deite-se, VIVA.
Reclame, cobre,
não o decepcione, mas se decepcione,
diga, grite, construa,
derrube.
Fale menos,
ouça mais,
atente-se,
busque, ouse, estude.
Voe, mas não voe muito, pois você é aprendiz nisso;
voe! sinta um pouco deste prazer, que não é nosso, então explore,
m-o-d-e-r-a-d-a-m-e-n-t-e - - _ _ _
Corra, corra,
ande,
            pare |
atente-se, e mais uma vez.
Pare, olhe dos dois lados
    calmamente



     para atravessar a rua. 
Escolha:
aqui ou
     ali.
O importante é escolher,
não faça a indagação:
  "eu tive escolha?",
teve sim, você quem não a enxergou.
↑Seja perspicaz.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O meu tic-tac



O tempo passa, passa, passa, passa, passa e passa.
Qual dos intervalos do 'passa' em que eu terei coragem de exclama-la em minha vida? Tenho a seguinte a opinião: Pelo amor eu não imploro, pelo amor eu peço, eu dedico, eu faço, eu vivo. Mas porque ais nem tudo é como a gente quer? Tentei não só uma vez uma aproximação com outra pessoa, mas o amor não é assim fácil que se conquista, o amor eu já edifiquei com você e eu ainda não o destrui, caia céu e tudo e o meu edifício continua lá firme, não forte. Cá fico desenhando todo dia um futuro somente para mim, não quero ver o seu rosto, mas ele persiste, pois foi feito a caneta e eu desenho infelizmente à lápis, por enquanto, enquanto desistir não sei de que forma deste amor ou verdadeiramente achar ele. Amanhã tentarei novamente fazer isso ou aquilo.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Violino


Fluído som que engrandece, arrepia como um ar gelado num dia de verão, faz de mim, um quem, um quem sei lá quem. Enobrece. Esvaia-se, transporta-se, dissipa-se; há uma variedade de verbos até esses que eu necessito criá-los para esse momento único e singelo, pairo em notas agora e com egoísmo abuso da complacência.

sábado, 3 de outubro de 2009

Conurbation Stylish


Aos 30 minutos da linha do observador; Fiquei parco com a conturbação e a velocidade das transgressões humanas, aquele indo e vindo com movimentos que a retina foi passando para o cérebro e tentando assim definir o translúcido que foi essa meia hora. Eu naquele meio sem meio sem entender o que estava acontecendo preferi não tentar entender e fiquei apenas na linha de observação, assistindo todo aquele modernismo no qual hoje percebi não faço muito parte, tenho consciência do que é, mas eu não vivo isso. O advérbio de lugar para que eu me achasse ali é Augusta, esse foi o meu advérbio, porque na verdade eu não me sentia que estava ali. Foi tudo novo, e quando há novidade eu não me entrego, fico receoso e me assusto. Sou realista não me vejo na efusão, eu me senti o diferente, porém como estava á mercê de ser jovem camuflei-me de cinza. Ideias não me deixavam em paz, fiquei brincando na volta de bola sem bola tentando ainda decifrar o que é aquilo, numa tentativa frustrada. Felizmente à meia noite acontece um PLOSHHhhhhhhiiii (pense em um som assim, gradual) foi o desligamento do metrô e assim das minhas ideias, graças, interrompi a derramada de tinta e agora vou dormir.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vírgula


, Influência da Clarice em eu usar poucas ou muitas vírgulas e entender a sua forma intimista é incrível não saber como foi o antes e quando saber usar o ponto final, quando é certo? Não vejo ponto, e é óbvio que não vou presenciar quero deste apenas saber que nada sei sobre o começo e nem o fim, quero o agora, sei das pausas, sei das vírgulas vejo às muitas em meu cotidiano e quero usá-las não muito só apenas nos momentos reflectivos como é o desse que estou vivendo, logo mais quero deixar o leitor ofegante e cada vez sem respiração e assim presenciando os limites de seu pulmão como uma maratona que eu não quero ver o fim, mas sei que existe, E o ponto?
Que nada!Eu sei da existência só das vírgulas,

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Comum#


A crítica instiga-me e modifca-me.
Não bem como um conselho, daquele que você pode recusar ou não, a crítica da qual digo é a construtiva, é claro, aquela em que faz o ser passar para o senso superior. Pronto, basta, é por isso que eu gosto dela.

Escrita


É na escrita, que eu converso com o meu eu.